Amália manteve uma ligação profunda à poesia portuguesa, dando voz a obras de grandes autores e levando-as a um público mais vasto através do Fado.
Ao interpretar poetas de referência, não só enriqueceu o repertório fadista como contribuiu para a divulgação e valorização da poesia portuguesa.
Para esta homenagem, deixaram a guitarra portuguesa fora do estúdio e trouxeram sangue novo ao repertório da fadista, incluindo guitarra eléctrica, bateria, sintetizadores, coro, metais, programações e uma orquestra de cordas – London Session Orquestra.
Segundo Nuno Gonçalves, Director Artístico do projecto, a lista de faixas do álbum reflecte uma escolha pessoal dos fados de Amália e, ao mesmo tempo, composições que tivessem espaço para crescer e tivessem uma sensibilidade pop inata.
videoclip
Gaivota
Sob realização de Paulo Costa Pinto, o videoclipe de Gaivota, é uma evocação visual poética que acompanha a reinterpretação do clássico de Amália Rodrigues. Com uma estética cinematográfica cuidada e elegante, o vídeo reforça o tom melancólico e etéreo da canção. É como se fosse a sua extensão, fica connosco depois de acabar.
videoclip
Foi Deus
Pensado desde o início de todo o projecto como o fecho do disco Amália Hoje, Foi Deus é uma homenagem a duas das fortes influências dos músicos que se reuniram para este projecto: Joy Division e, obviamente, Amália Rodrigues.
A unificação visual faz-se com uma alusão ao videoclip de Atmosphere, realizado por Anton Corbijn em 1988.
Realizado por Paulo Costa Pinto, o videoclip de Foi Deus, representa tambem uma homenagem ao universo fúnebre que Corbijn realizou há mais de 30 anos. O video representa a nova geração que traz aos ombros a homenagem humilde, pura, sincera. Ao fundo da praia a saudade, a tradição, a melancolia, o fado. Tradição e Modernidade. Se o antigo era Amália, o novo é Hoje… hoje de novo escutamos Amália. Ao fundo ouvem-se acordes épicos. Ao fundo ouve-se a homenagem
Angel Lujan e Nuno Gonçalves nos estúdios La Folie, Alcobaça, Heatroom e Reno, em Madrid.
Masterização
Ray Staff nos estúdios Air, em Londres
Cordas
London Session Orchestra -- contratadas por Isobel Griffiths
1º Violinos
Liderados por Perry Montague-Mason
1º Violinos
Liderados por Warren Zielinski
Violoncelos
Liderados por Anthony Pleeth
Bateria
Mário Barreiros
Coro
Isabel Jacobetty, Catarina Saraiva, Nina Manso, Sofia Pedro, Gonçalo Abrantes, António Cruz, Filipe Leal, Manuel Rebelo, Alexandra Bernardo e Ana Raquel Santos
Contrabaixo
Pedro Wallenstein
Saxofones
Mário Marques
Trompete
Rúben Santos
Trompa
Ângelo Correia
Baixo
Tiago Dias
Guitarras
Israel Costa Pereira
Guitarra Wha-Wha
Paulo Praça
Flauta
Sónia Tavares
Pianos, Programações, Xilofones, Acordeão e Melódica
Nuno Gonçalves
Assistência Informática
João Carvalho
Design Gráfico
Keko Ponte
Fotografias
Nathalie Portela Schneider
Gravado nos estúdios La Folie, em Alcobaça por Nuno Gonçalves. Fado Português, Gaivota e Abandono misturado por Will O’Donovan em Dublin. Arranjo de cordas copiados por Rob Sneddon Cordas gravadas por Niall Acott em Londres nos estúdios Angel em Dezembro de 2008. Bateria gravada por Nélson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho em Paço de Arcos.